quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Uma banda Impublicável




Terminar um show depois das 3h30, ouvir um fã reclamando que queria curtir mais e voltar para o palco para mais 20 minutos de música. Só uma banda Impublicável para fazer isso. Essa e outras histórias fazem parte da recente carreira, mas intensa, de Os Impublicáveis. Uma banda composta por apaixonados por música, e que sabem como ninguém demonstrar essa paixão.

Na cozinha quem manda é o Alfredo Dietrich Junior (Alfredo). Invocando os maiores clássicos do rock com as tradicionais batidas de baquetas. Seja tocando I Heard it Through the Grapevine ou provocando a platéia com I Will Survive, o som da bateria faz a pulsação do público aumentar.

Pela direita os solos entoados na clássica guitarra Les Paul por Rodrigo Fronza (Rodrigo) fazem até aleijados levantarem das cadeiras. Cada apresentação mostra que os ídolos eternizados pelo som de suas guitarras estão muito bem representados no placo dos Impublicáveis.

Quando o negócio é dar uma acalmada na galera e pintar um clima no ar com Fever, surge Alcione Amaral Junior (Junior Brown) deslizando seus dedos pelo braço do baixo tatuado com a ilustre figura de Raul Seixas.

Puxando todo esse pessoal e público, vem no vocal a pequena gigante Carolina Luz (Carol/Pope). Quando está armada de seus saltos e empunhando o microfone ela se faz a grande referência do palco. Preparada para honrar Beatles, The Doors, Creedence e claro, Janis.

Cada um vindo de realidades musicais diferentes, mas ao mesmo tempo que se encontram em perfeita harmonia. Uma mistura com doses precisas das mais diversas vertentes musicais. Daniela Mercury, Roxette, Janis Joplin e Djavan para Carol. Beatles, Blitz e Creedence para Alfredo. Engenheiros do Hawaii, Raul Seixas e Ramones para Junior. Led Zeppelim, Eric Clapton e SRV para Rodrigo.

Uma combinação tão diferente não poderia ter se encontrado por acaso. Para poder cruzar todas essas influências bastou um anúncio procurando um vocalista. Algumas experiências com candidatos foram feitas, mas foi depois de alguns encontros com a Carol e uma festa de aniversário onde tocaram que viram as possibilidades da banda. Uma banda sem nome e que tocou tudo que veio pela frente. Foi a prova da sintonia.

Desde a primeira apresentação a banda já acumula cerca de 70 músicas em seu playlist. Com uma boa agenda a cumprir, alguns palcos já são tradicionais. Fort Bier em Jaraguá do Sul, Expresso em Joinville e Balneário Camboriu e o preferido da banda, Liverpool em Joinville. Novos locais vêm surgindo como Âmbar e a rádio União.

Com uma característica particular de se relacionar com o público a banda já tem diversos seguidores. Não há show que a banda tenha sossego após a apresentação. Os fãs sempre podem contar com uma atenção especial após, ou até mesmo durante, as apresentações.

1 Comentário:

Carolina disse...

Obrigada pelo pequena gigante, hehe ;)

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